
Me iludi, admito, fracassei novamente […] mas dessa vez tudo parecia tão real sabe? […] os beijos, os cafunés, eram dados com tamanha leveza e sinceridade que cheguei a acreditar que dessa vez tudo iria se arranjar e começar a dar certo […] estupida! estupida! estupida! esperneava como uma criança de cinco anos, talvez seja esse o problema […] meu coração de criança, ingênuo, que é sempre capaz de acreditar outra e outra vez […] mas também coração forte, que cai e quebra, mas que se levanta, junta os cacos e sorri […] sorri como se nunca tivesse sofrido tal queda. -Minha❥Julieta
